Terror

Resenha: Trese

capa TRESE netflix

Eu encontrei essa obra enquanto buscava um anime de terror e encontrei algo realmente interessante e diferente. Trese é uma animação em estilo anime da Netflix, baseado em uma história em quadrinho Filipina.

HQ TRESE

A animação é dos estúdio Lex+Otis que tem planos para fazer um desenho de Army of Darkness e do game ARK. A arte é OK, talvez um pouco abaixo de Castlevania, porém com cenas de a ação é muito boas e fluidas.

O idioma padrão da série é inglês, mas por causa da colonização espanhola da Filipinas, algumas palavras e nomes em espanhol aparecem no meio dos diálogos. Isso e o clima, literalmente clima tropical, faz que Trese lembre a América Latina.

Na trama seguimos Alexandra Trese, uma guardiã que tenta equilibrar o mundo dos vivos e o espiritual, enquanto ajuda a polícia em casos sobrenaturais. Alexandra tem de seguir as tradições familiares lidando com deuses, criaturas místicas e seus parceiros, os irmãos gêmeos Crispin e Basilio, que servem muito como alivio cômico, no meio da violência e o leve gore do desenho.

Trese lembra um pouco Cidade Invisível e Deuses Americanos, onde deuses e seres fantásticos se misturam com os mortais. E esse é um dos aspectos mais interessantes pra mim, eu gosto muito de conhecer mitologias diferentes, e o design dessas entidade são bem legais e variadas.

TRESE Netflix

São apenas 6 episódios, o que é o bastante para se importar com os personagens, te deixar cheio de dúvidas e curioso com o folclore da região. Mas o maior obstáculo da série é que ela é muito especifica ao país, e assim como Cidade Invisível, a trama não tem um apelo global.

Mas o bom da Netflix é essa globalização e Trese ficou entre o top 10 shows da Netflix em 19 países no mês de estreia, inclusive nos Estados Unidos e foi uma das maiores nas Filipinas.

Alexandra TRESE Netflix2

Dos “animes” da Netflix só assisti esse e um pouco de Castlevania, e eu acho Trese muito superior e envolvente. Estou torcendo para uma segunda temporada.

Resenha – Corpse Party: Live-Action

Capa: Corpse Party - Live Action; terror japonês, filme B, cinema japonês, filme japonês

Conheci Corpse Party a pouco tempo, graças a gameplays no Youtube e os mangás da New Pop, mas a franquia foi lançada em 1996 como game de Survival Horror feito em RPG MAKER de forma amadora por Makoto Kedoin e o Team GrisGris.

Corpse Party fez um grande sucesso, ganhou muitas continuações e portado para diferentes plataformas de games. O jogo está disponível no disponível no Steam, GOG e outras.

Logo em seguida foi adaptado animes e live-actions também.
E é sobre o primeiro filme “Corpse Party” de 2015, disponível na Netflix, que essa resenha vai tratar.

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Otalinks #21

Semana passada foi interessante.

PokemonGo! virou notícias em todos os lugares e também vários clickbaits. Foi um Hype que eu nunca tinha visto.

Mas pra mim, o que rolou de mais legal foi a EVO 2016, o campeonato mundial de joguinhos de lutinha, que acontece todos os anos em Las Vegas, que pela primeira vez teve a final de Street Fighter transmitida mundialmente pela ESPN!  A produção foi boa, a narração também, só critico o delay, não sei se proposital, do que era transmitido pela TV em relação ao streaming, xinguei muito no face, e a falta do som do game na transmissão televisiva.

Bora pros links!

  • O Cartoon Leap fez uma lista de eventos de animes ao redor do mundo para se visitar e curiosamente o Anime Friends tá no meio. É do Brasil! Só acho que tá faltando um evento francês aí, os caras lá curtem bastantes essas paradas. (em inglês)
  • Os fantasmas também se divertem! Confira o instagram de Kayako e seu filho Toshio, as assombrações do filme Juon (O Grito).
  • Eu tenho um lema: “Seja, mas não pareça” e esse texto do Tofugu me fez repensar sobre o que é ser um  otaku. Me fez pensar em como essa minha auto-discriminação, limita minha diversão e minhas paixões.
  • Agora um videozinho maneiro sobre algumas línguas da Ásia

Vou voltar para as estreias dos animes de verão, até mais!