Editora JBC

Resenha: Parasyte n°1 – Mangá

Anunciado pela JBC no Anime Friends, Parasite é uma obra dos anos 80 que voltou a mídia graças a sua adaptação em Anime, que foi uma das sensações das temporadas passadas e logo vieram os dois filmes em live-action.

Sinopse:
Shiniti era um estudante típico do Ensino Médio, até seres parasitas entrarem nos corpos e nas vidas das pessoas em toda a Terra, eles buscam os cérebro humanos e se alimentam deles, no caso do protagonista, ele acaba perdendo o braço e começa a conviver com o parasita.

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Sobre To Love-Ru e Bullet Armors, novos mangás da JBC

A editora JBC anunciou mais dois títulos para o selo Ink! comics, uma linha comandada do Marcelo Del Greco, que de acordo com a palestra da empresa no ultimo Anime Friends, serve como um espaço de experimentação, uma forma menos burocrática e custosa de lançar os mangás. A duas obras são: o ecchi, To Love-Ru e o shonen Bullet Armors. Então eu resolvi dar uma lida neles para ver se me agradam e são bons candidatos  a receberem meu rico dinheirinho, ou não.

To Love-Ru

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Roteiro: Saki Hasemi

Arte: Kentarou Yabuki

Gênero: Romance, Ecchi

Volumes: 18 – Completo

Pubilcação Original: Shonen Jump Weekly

Sinopse

Rito Yuuki é um garoto apaixonado mas que não consegue se declarar, até ai sem novidades. Contudo, certa noite uma moça nua aparece em seu banheiro, Lala é a princesa do planeta Devilluke, ela está fugindo para não ter de se casar, mas logo se apaixona pelo protagonista e decide morar com ele. O pai de Lala aceita o romance, mas avisa que os pretendentes de Lala virão de todas as galaxias atras dela e Rito deve protege-la, se não, ele e a Terra serão destruídos.

Primeiras Impressões

O desenhos são ótimos, a industria de quadrinhos japoneses devia seguir mais a formula de deixar o roteiro com um cara e o desenho pra outro, alguns mangás sofrem com o traço, por exemplo, Tokyo Ghoul e Attack on Titans.

A historinha é leve e bobinha, apostando em momentos picantes, insinuações, uma nudez aqui e ali (mas sem mamilos, mamilos são polêmicos).Esse é um titulo que chega no limite entre o Ecchi e o Hentai, em uma parte uma garota é quase penetrada por tentáculos comandados por um dos pretendentes de Lala.

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E sobre os enfrentamentos entre o herói e os alienígenas, eu duvido que vão ocorrer grandes batalhas, sendo que Rito parece um humano normal, as batalhas serão decididas por sorte ou esperteza. Mas é no coração dele que as maiores batalhas acontecerão.

To Love-Ru é um titulo bem divertido pra quem gosta de comedias românticas mais safadinhas, eu diria. Pena que o enredo vai pro lado do Harém e eu não tenho mais tanta paciência pra isso.

Bullet Armor

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Roteiro e Arte: Moritya

Gênero: Aventura, Ficção Cientifica

Volumes: 6 – Completo

Publicação Original: Gessan

Sinopse:

Misteriosas maquinas chamadas de Tremble, que possuem a habilidade de evoluir, começam a atacar os humanos, forçando-os a se isolarem, mas existem pessoas que conseguem “domar” as maquinas, essas pessoas são os Breeders, mas eles não bem vistos pela maioria, tratados como criminosos e traidores, o pai desaparecido de Ion é um desses e seu filho seguirá seus passos.

Primeiras Impressões:

O clichê do pai desaparecido, é bom, mas é ruim, mas é só um pretexto da trama, que foca na relação dos homens com as maquinas nesse cenário pós-apocalíptico, No inicio as coisas estão bem rasas, nenhum personagem realmente cativante, mas um mistério que te deixam no minimo curioso. Quem criou essas maquinas? Elas são realmente malvadas? Onde está o irresponsável do pai desse moleque?

A arte em geral não chama atenção, porém é tudo compensado na hora das batalhas e nos detalhes dos rôbos.

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Tendo poucos números Bullet Armors não pretende enrolar muito, após alguns capítulos ocorre uma luta importante para a trama, que mesmo tendo um tom mais bem humorado, não vai pensar duas vezes em ficar mais emocional.

Essa obra ficou com um saldo positivo pro primeiro mangá do autor, é uma publicação curta, que dependendo do preço, eu provavelmente irei comprar,até pra realmente conhecer o selo Ink! Comics.

Resenha – The Innocent

Esse Volume Único, já antiguinho, trazido pela JBC, tem como criador o Avi Arad, o antigo executivo da Marvel e responsável pelo inicio da Marvel Studios, roteiro de Junichi Fujisaku, que já trabalhou na serie Blood e Ghost in the Shell, já a arte é da coreana Yasung Ko.

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The Innocente começa com o protagonista já morto, Ash era um detetive que acabou preso e executado injustamente, nesses casos a alma dele deveria ir direto ao céu ou voltar a vida, mas ele também não foi nenhum santinho, então agora como meio de purificação ele deve ajudar os vivos e tratar de assuntos inacabados.

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Sobre Whitewashing, Ghost in the Shell e o cast de Attack On Titan Live-Action

Infelizmente a criatividade no filmes americanos está se tornando cada vez mais rara, mais da metade dos filme hollywoodianos são adaptações de quadrinhos, peças de teatro, vídeo games, desenhos animados, livros e até jogos de tabuleiros; talvez agora seja a vez dos animes e mangas caírem nas graças (ou desgraça) dos estúdios dos Estados Unidos.

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