Mangá

Pen Dragon ; mangá ; astral comics ; editora alto astral ; Mika ; Shogun Shonem

Resenha – Pen Dragon

Ah alguns dias recebi uns quadrinho publicados pelo selo Astral Comics da Editora Alto Astral. E essa é a resenha de Pen Dragon volume 2.

PEN DRAGON – CONTRA O TEMPO

Pen Dragon ; mangá ; astral comics ; editora alto astral ; Mika ; Shogun Shonem

Editora original: Humanoids
Editora nacional: Astral Comics – Editora Alto Astral
Roteiro: Mika
Arte: Shogun Shonem
Gênero: Aventura
Paginas: 96
Edições: 9
Preço: R$14,90

Mas se um mangá produzido na Coreia é um Manhwa, se é chinês é um Manhua, e se ele for francês?

Deixando classificações de lado, Pen Dragon é mais um mangá francês da Humanoids que chega ao Brasil pela Astral Comics. Com uma arte de Shogun Shonen, que é muito parecida com a de Akira Toriyama, mas muito mesmo, o autor Mika conta a aventura de Pen, um garoto que está sendo perseguido porque matou um dragão sagrado por engano, o que irá trazer uma maldição ao seu vilarejo. E agora com a ajuda de um ancião, ele irá tentar reverter esse destino.

Sendo a arte parecida com a do criador de Dragon Ball, não tenho o que reclamar, os personagens são variados e caricatos. A movimentação e as lutas são bem feitas. Só não gostei dos diálogos, me pareceram estranhos, não são naturais.

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Uma das partes mais legais desse mundo criado por Mika é o funcionamento da magia, eu pelo menos gosto dessa parte técnica, quem são os grupos, criaturas e os inimigos que fazem parte da história.

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Sinceramente a revista não é ruim, mas pelo tamanho, pelo o tipo de papel, o preço da revista está muito alto comparado com os mangás das outras editoras, se Pen Dragon tivesse em uma faixa abaixo dos R$ 10, ele teria uma chance melhor no mercado.

Compre aqui.

Especial: 20 anos de Evangelion – Resenha: Mangá Neon Genesis Evangelion

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Bom ano novo, finalmente chegamos ao ano do 3º Impacto, onde todos nos uniremos e seremos uma coisa só, sem individualismo e preocupações, mas enquanto isso não acontece, eu finalmente vou terminar, pelo menos a primeira parte, desse Especial falando sobre a adaptação em mangá de Neon Genesis Evangelion.

Roteiro Original: Hideaki Anno
Roteiro Adaptado e  Arte: Yoshiyuki Sadamoto
Ano: 1994-2013
Gênero: Ação
Editoras Originais: Shonen Ace – Young Ace
Editoras Nacionais: Conrad – JBC
Volumes: 14 (Compre aqui)

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Lançado meses antes da estreia do anime para popularizar a serie, durante 10 anos Yoshiyuki Sadamoto, que também era o diretor de animação e designer dos personagens, ficou responsável pela publicação dos mangás de Neon Genesis Evangelion.

A obra sofreu um pequeno hiato, o título, antes publicado na Shonen Ace, foi transferida para Young Ace, voltada para um público mais velho. Aqui no Brasil também houve mudanças, a Conrad começou as publicações em formato Meio-Tanko até o número 20, depois foi passado para a JBC que completou com mais 6 volumes, enquanto lançava a versão Tankoubon como uma edição especial, completa em 14 volumes.

Em Neon Genesis Evangelion, se você não sabe, a Terra sofre um grande Impacto quando os homens tentaram estudar um ser alienígena caído no planeta, causando descongelamento das geleiras. Após anos seres espaciais começam a atacar e a humanidade contra-ataca com robôs, que só podem ser pilotados por adolescentes.

*CONTEM SPOILERS

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Resenha: Parasyte n°1 – Mangá

Anunciado pela JBC no Anime Friends, Parasite é uma obra dos anos 80 que voltou a mídia graças a sua adaptação em Anime, que foi uma das sensações das temporadas passadas e logo vieram os dois filmes em live-action.

Sinopse:
Shiniti era um estudante típico do Ensino Médio, até seres parasitas entrarem nos corpos e nas vidas das pessoas em toda a Terra, eles buscam os cérebro humanos e se alimentam deles, no caso do protagonista, ele acaba perdendo o braço e começa a conviver com o parasita.

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Sobre To Love-Ru e Bullet Armors, novos mangás da JBC

A editora JBC anunciou mais dois títulos para o selo Ink! comics, uma linha comandada do Marcelo Del Greco, que de acordo com a palestra da empresa no ultimo Anime Friends, serve como um espaço de experimentação, uma forma menos burocrática e custosa de lançar os mangás. A duas obras são: o ecchi, To Love-Ru e o shonen Bullet Armors. Então eu resolvi dar uma lida neles para ver se me agradam e são bons candidatos  a receberem meu rico dinheirinho, ou não.

To Love-Ru

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Roteiro: Saki Hasemi

Arte: Kentarou Yabuki

Gênero: Romance, Ecchi

Volumes: 18 – Completo

Pubilcação Original: Shonen Jump Weekly

Sinopse

Rito Yuuki é um garoto apaixonado mas que não consegue se declarar, até ai sem novidades. Contudo, certa noite uma moça nua aparece em seu banheiro, Lala é a princesa do planeta Devilluke, ela está fugindo para não ter de se casar, mas logo se apaixona pelo protagonista e decide morar com ele. O pai de Lala aceita o romance, mas avisa que os pretendentes de Lala virão de todas as galaxias atras dela e Rito deve protege-la, se não, ele e a Terra serão destruídos.

Primeiras Impressões

O desenhos são ótimos, a industria de quadrinhos japoneses devia seguir mais a formula de deixar o roteiro com um cara e o desenho pra outro, alguns mangás sofrem com o traço, por exemplo, Tokyo Ghoul e Attack on Titans.

A historinha é leve e bobinha, apostando em momentos picantes, insinuações, uma nudez aqui e ali (mas sem mamilos, mamilos são polêmicos).Esse é um titulo que chega no limite entre o Ecchi e o Hentai, em uma parte uma garota é quase penetrada por tentáculos comandados por um dos pretendentes de Lala.

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E sobre os enfrentamentos entre o herói e os alienígenas, eu duvido que vão ocorrer grandes batalhas, sendo que Rito parece um humano normal, as batalhas serão decididas por sorte ou esperteza. Mas é no coração dele que as maiores batalhas acontecerão.

To Love-Ru é um titulo bem divertido pra quem gosta de comedias românticas mais safadinhas, eu diria. Pena que o enredo vai pro lado do Harém e eu não tenho mais tanta paciência pra isso.

Bullet Armor

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Roteiro e Arte: Moritya

Gênero: Aventura, Ficção Cientifica

Volumes: 6 – Completo

Publicação Original: Gessan

Sinopse:

Misteriosas maquinas chamadas de Tremble, que possuem a habilidade de evoluir, começam a atacar os humanos, forçando-os a se isolarem, mas existem pessoas que conseguem “domar” as maquinas, essas pessoas são os Breeders, mas eles não bem vistos pela maioria, tratados como criminosos e traidores, o pai desaparecido de Ion é um desses e seu filho seguirá seus passos.

Primeiras Impressões:

O clichê do pai desaparecido, é bom, mas é ruim, mas é só um pretexto da trama, que foca na relação dos homens com as maquinas nesse cenário pós-apocalíptico, No inicio as coisas estão bem rasas, nenhum personagem realmente cativante, mas um mistério que te deixam no minimo curioso. Quem criou essas maquinas? Elas são realmente malvadas? Onde está o irresponsável do pai desse moleque?

A arte em geral não chama atenção, porém é tudo compensado na hora das batalhas e nos detalhes dos rôbos.

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Tendo poucos números Bullet Armors não pretende enrolar muito, após alguns capítulos ocorre uma luta importante para a trama, que mesmo tendo um tom mais bem humorado, não vai pensar duas vezes em ficar mais emocional.

Essa obra ficou com um saldo positivo pro primeiro mangá do autor, é uma publicação curta, que dependendo do preço, eu provavelmente irei comprar,até pra realmente conhecer o selo Ink! Comics.

Resenha – Gigantomachia

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Roteiro/Arte: Kentaro Miura
Ano: 2013-2014
Gênero: Aventura
Editora Original: Young Animal
Editora Nacional: Panini
Volumes: 1
Preço: R$ 15,90

Sempre fiquei curioso com essa obra, não tinha ideia da historia, mas o nome e a capa me chamavam a atenção, então na FestComics 2015, eu finalmente comprei Gigantomachia!
Esse nome vem das guerras mitológicas Titanomaquia/Gigantomaquia, a batalha dos Titãs e gigantes contra os deuses romano.

Na historia companhamos a “entidade” Prone e o guerreiro Delos pelas terras devastadas, enquanto procuram e tentam proteger os pedaços do corpo de Gaia pelo planeta. Os protagonistas tem uma relação estranha, parece pedofílica, só que não, mas estranho que isso é o fato do néctar (leia-se urina) de Prone ser curativa e revigorante.

O desenhista e escritor Kentaro Miura, criador de Berzerker, fez um trabalho incrível, com os cenários sombreados e o preenchimento com traços, poucos quadros tem fundos totalmente em branco e as partes de ação também são muito boas.
A influencias greco-romanas, que vão desde os músculos esculpidos dos personagem, a feição de Delos e ao seu estilo de luta.

Uma pena que é um único volume, sinceramente, dá vontade de ler mais e mais.